F5, um refresh para o fim de semana: mudar da MEO para a UZO – metade do preço e o dobro das regalias

 

Fui cliente da MEO durante mais de duas décadas. Até quando mudei de casa ‘levei’ o serviço comigo. Como toda a gente, tenho histórias para contar quando acabava o período de fidelização… Mas, acima de tudo, assisti à melhoria do suporte telefónico e do atendimento de loja. Por exemplo, há pouco tempo, tive uma avaria num dos equipamentos. Liguei para a assistência técnica por volta das 9h e às 11h já tinha em casa um novo equipamento para substituir o que se tinha avariado e que fui levantar numa loja perto de casa sem qualquer custo associado. Resumindo: estava satisfeito com o serviço.

Este ano, perante o final de mais um período de fidelização, comecei a investigar as alternativas (obrigado, Digi!) e as diferenças de preço eram muito significativas para o meu pacote: Internet em casa, dois smartphones e serviço de TV. Como a Digi ainda não estava disponível na minha área de residência, acabei por avançar para uma das low-cost das outras operadoras – neste caso, a UZO que pertence à MEO.

Sintetizando as mudanças:
- O serviço de TV passou de cerca de 200 canais para 70, que resumidamente eram os 70 pelos quais fazia zapping. O único que senti realmente falta é o Canal 11 (sou fã de futsal). Perdi as gravações na box, mas posso ver TV no smartphone (e até puxar atrás como numa box);

- A Internet em casa duplicou de velocidade na teoria, mas na prática triplicou porque trocaram o router para um mais recente;

- O plafond de dados para os smartphones passou de 6 GB por mês para 100 GB mensais e acumuláveis;

- O preço da mensalidade é menos de metade do que estava a pagar;

- A instalação foi feita por um profissional da MEO (sim, são os mesmos a trabalhar tanto para a MEO como para a UZO), demorou pouco e até consegui manter as redes que tinha configurado previamente (tinha atribuído nomes e criado uma para convidados, por exemplo). E, graças a isso, não precisei de mexer nos powerlines da Devolo que já tinha instalados em casa.

- O período de fidelização baixou de 2 anos para 3 meses.

Foi um processo perfeito? Não (teria umas histórias para contar sobre confusão de contactos e uma comunicação pobre). Mas a mudança justifica-se plenamente. Para já, pelo menos.

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